27 – Silêncio
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25 – Só para lembrar…
Da Tua Força.
Da Tua Fé.
Do Teu Ser.
Do Teu Poder.
Só para não esquecer:
O Ser mais importante no seu mundo,
O Ser mais importante na sua Vida:
É – e sempre será – Você.
Só para lembrar…
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24 – O Capitão do Coração
E navegar pelo
seu corpo inteiro
Nesta escuridão vou me guiar pelas estrelas
Que brilham no céu da tua boca.
E na ansia mais louca
Vou aportar no porto dos teus braços
Ancorar o meu cansaço entre seus
Beijos, afagos e abraços.
Vou navegar por esse mar
Aberto de sentimentos
E assim me tornar
Capitão do seu Coração
Vou navegar por esse mar
E descobrir todos os seus segredos
E enfim me tornar
Capitão do seu Coração.
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23 – Ontem, Hoje, Amanhã

O tempo anda escasso.
Muito trabalho – em múltiplos sentidos.
Reclamar? Não, não reclamo.
Abro muitos sorrisos.
E em múltiplos sentidos – Vivo.
Para: eGo
G.Brandão
22 – Poema Poesia
Por que escrevo Poemas?
Por faço Poesias?
Algo (ou Alguém) além da rima
Me move, inspira
Fascina.
Aventuro-me a descrever
O indescrítivel
A recriar o que existe
A sorrir diante
Do que é triste
Ou chorar
Ao grafar tanta alegria.
Sou Poeta, Poemista
Um AMAdor, um Artista
Desenho com Palavras
Escrevo com traços
Me desfaço em linhas
Renasço em idéias
Algumas não minhas
Registrar o Encanto
Exaltar o Amor
Cantar um Acalanto
Aliviar a dor
Aplacar a ira
Devanear uma mentira
Sou Poema-Homem
Sou Mulher-Poesia
Ser de métricas e rimas
Ser Sonhador, Ser Universo
Sou Verso, Sou Amor
Sou Vida.
Para: Seres de Bons Versos e Boas Rimas e sempre Amigos de Boas Palavras
Giane Brandão
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21 – Meu Amor foi ver o Mar
Meu Amor foi ver o Mar
E com ele não posso navegar.
Um para o outro, não somos boa companhia
E a água salgada dos meus olhos
Com a água do Mar, misturaria.
Meu Amor foi ver o Mar
E com colegas de superfície
Foi nadar e se embriagar
De uma estranha alegria
Daquela que afoga tristezas e mágoas
De uma vida oca e vazia.
Meu Amor foi ver o Mar
E afundar em profundezas abissais
A solidão que dentro de si ele trás
No arrastão das marés capturado
Encara o tesouro naufragado
Um coração de rubi,
Um pedaço de mim.
Para…
Giane Brandão
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20 – Verso sem nome
“Vou andando em Ti pensando
Vou seguindo me iludindo
Caminho fantasiando
E sozinho
Vou Te sonhando…”
s.p. 08/04/1986-terça
Para…
G.Brandão
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19 – Luzes da Cidade
Quando chega a noite
Eu não sei.
Sinto algo novo
No ar.
Há estrelas no céu
Há estrelas na terra.
Estou sozinho, não solitário
Em um apartamento
No último ou em qualquer andar.
Da sacada admiro o panorama
E meus olhos fixam então
As luzes da cidade
Que lembram muitos olhares
Felicidade, alívio
De quem chega e ilumina seus lares.
Luzes da cidade
Que em outros lugares
Lembram pequenas constelações,
Em São Paulo
Formam um Universo sem fim.
De seres
De mundos diversos
De alegrias, tristezas
E paixões.
Aqui.
G. Brandão
Para: São Paulo-SP
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18 – Soneto do Amor Só
Da Luz se fez a treva
No coração abriu-se chaga
Feita por linda e cruel adaga
O que era bela floresta, agora é terrível selva.
Soube-se que a Amizade
Já não era mais Verdade
O que era lindo, transformava-se em crueldade
E enfim, tomou forma de triste realidade.
Tudo em um dia, tudo em um dia.
O que era alegria, o que nos sorria
Passou a ser a ferida que mais chorar fazia.
O que era a visão mais querida
Transformou-se na visão mais sofrida,
Tudo em um dia, tudo em um dia.
sp.04/03/1986/dom
Para…
G.Brandão
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