Arquivo da categoria: Angelus

37 – A Tempestade e a Felicidade

“Dê-me um limão; farei uma limonada!

Diga-me um não; seguirei na direção do sim!
Faça-me chorar; rirei logo depois!
Deixe-me cair: levantarei a seguir!

Que venha a ventania que antecede a tormenta, a areia que entra pelos olhos e fere a pele, o fogo do raio, a água da chuva!

Dançarei com a brisa, pisarei na areia molhada, sorrirei ante o último raio e pularei as poças d’água…”

Para Eu

s.p.30/06/2008 – segunda

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36 – Ilusia

Eu uso dos cinco sentidos.
Sem ousar demais.
Eu sinto todo esse afeto.
Sem demonstrar sinais.
As mentiras que conto,
São disfarces para esse encanto.
Porque se confessar que TE AMO…
Me dano!
 Para…
s.p.08/04/2008 – sexta

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34 – Amálgama

Quero um poema de Amor
Puro.
Quero grafitar Corações vermelhos
Nos muros.
Quero sentir o arrepio do Beijo
No escuro.
Quero decorar teu rosto
Ao meu gosto.
Quero sentir teu sabor
Divino, doce
Vinho tinto
Em meu mundo.
Quero te seguir
Para muito além
De mim
do todo, do tudo
Num amálgama Feliz
de rimas, imagens e universos
Que não têm fim…
Para…
s.p.22/08/2008 – sábado

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6 – Anjo

Eu sei onde Você está.

Sei com quem anda

Sei quem Você é.

Sinto sua falta

De uma maneira estranha

Hora pouca, hora nefasta.

Sinto-o tão criança

Ás vezes irrequieto

Ás vezes quieto demais

Queria tê-lo mais perto

Mas descubro

É melhor tê-lo longe

Porque não quero

Com esse sentimento

Ficar no escuro…

Para…
Giane Brandão

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2 – Omega Star

Anjo Primeiro

Eu quero dobrar um poema
Que forme você.
Que o module em partes suaves
E ilustre essa beleza tímida
Que me invade.

Eu quero formar uma poesia
De doze pontas masculinas
Mas frágeis como o menino
E arrojadas como o homem
Que é você.

Eu quero fazer uma figura
Que mostre o teu jeito
Que a cada parte revele o sujeito
Escondido dentro de ti
Que sonho em mim.

Eu quero congelar essa forma
Em lápis, nanquim e tinta
Com mãos de artista esculpir
E em meu Coração para sempre
Guardá-la.

E então, te deixar seguir…

Para Athos
G. Brandão

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